Author of Invisible Blue, a light sculpture about the unseen connections of the art world. A collaboration with pioneer network scientist Albert-Laszlo Barabási. Currently in exhibition at the Ludwig Museum of Contemporary Art.

Photographs of the Invisible Blue installation at the Ludwig Museum of Contemporary Art in Budapest by Bálint Jaska. Photographs of the Invisible Blue installation at the Ludwig Museum of Contemporary Art in Budapest by Bálint Jaska. Photographs of the Invisible Blue installation at the Ludwig Museum of Contemporary Art in Budapest by Bálint Jaska.

Autor do Memorial Inumeráveis, 2020 e da visão de um espaço de memória para a cidade de São Paulo pós-pandemia. Uma jornada de cura a céu aberto, onde o ar não mais faltará.

Acreditando que histórias penetram os corações em lugares onde as estatísticas não alcançam o Memorial Inumeráveis, 2020 é dedicado a contar a história de cada uma das vítimas do coronavírus no Brasil.

Em 2013 criou sua primeira obra propondo uma nova forma de conexão. E se você pudesse sentir o toque de alguém do outro lado do mundo?

A Place to Departure, 2013 criou uma ponte sensorial entre Beijing e São Paulo. Quando uma pessoa tocava o vidro da instalação em Beijing e outra tocava o vidro em São Paulo no mesmo lugar e ao mesmo tempo as duas sentiam fisicamente que tinham se tocado.

"A Place to Departure grants an opportunity to meet the other side of the World naturally attractive for an artist deprived of a Passport by the authorities" disse a jornalista Anne-France Berthelon, for Next Libération sobre a visita do artista Ai Weiwei à obra.

Na obra Uma Pétala para Três, 2018 inspirado por uma paixão intensa e conturbada envolvendo três pessoas ele criou uma instalação interativa que abraçava três visitantes quando eles paravam em um dos cantos da instalação. Uma celebração de um estado intenso de conexão que culmina na fragmentação de todas as coisas.

Expandindo sua pesquisa de conexão para as plantas e o meio ambiente, Sobre a Face de Novas Águas, 2019 propõe uma reconexão com a natureza que escuta e sente. Um jardim suspenso que se move para a água quando está com sede e se conecta com visitantes humanos se colocando na altura dos seus olhos.

Com o intuito de criar novos imaginários para o tema diversidade The White Mirror, 2017 celebra o momento de conexão entre as subjetividades de cada indivíduo e o poder desses encontros para criar o novo.

Em sua primeira incursão no mundo do teatro, criou as projeções e visuais generativos para a peça Estão à Arrebentar as Águas, 2019 de Gabriela Veiga sobre conexões entre dor, beleza, luto e vida após a morte.

Propondo novas formas de conexão com os objetos que compramos e consumimos The Love Project, 2013 transforma as emoções de uma pessoa contando uma história de amor em um objeto único que se pode tocar.

Como desdobramento nasceu Aura, 2018 uma experiência digital onde qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo pode transformar sua história de amor em um objeto único.

Além de instalações, arquitetura e plataformas digitais Edson Pavoni também se dedica à outras mídias como fotografia e poesia.

Primeiro Sentido é uma série fotográfica inacabada onde o artista pesquisa as respostas humanas ao toque e a qualidade das conexões que nascem deste ato.

"Toque é o nosso primeiro sentido. É o primeiro que desenvolvemos no ventre materno e desde então nossa principal ferramenta humana de conexão."

behind the courtain of a waterfall
standing half Oxum half mirror
a woman showing no fear of being naked
opens her eyes looking exactly into mine
and without moving anything but her arm
takes a rose crystal egg from
the place in her body that bleeds